Categorias
- Bares de Destilados (3)
- Blog (2)
- Cachaças de Alambique (27)
- Curiosidades & Educação (98)
- Destilarias & Viagens (14)
- Drinks & Cocktails (6)
- Entrevistas (1)
- Eventos & Premiações (22)
- Frases & Pensamentos (19)
- Livros de Whisky (6)
- Músicas com Destilados (8)
- Na Imprensa (14)
- Notas de Degustação / Vídeos (39)
- Notícias (56)
- Outras Bebidas (10)
- Vinho & Whisky (4)
- Whiskies Raros & Caros (15)
- Whisky & Celebridades (19)
- Whisky & Cinema (5)
- Whisky & Gastronomia (5)
- Whisky Masterclasses (1)
Curta nossa fan page
Siga-nos no Twitter
- No Tweets Available
Instagram
Receba nossos e-mails
enviando...
Arquivo da categoria: Notícias
E quem disse que whisky tem que ser envelhecido em barris? Ou melhor, quem disse que whiskey americano tem que ser maturado em barris de carvalho?
Alguns dizem, por exemplo, erradamente, que whiskey americano tem que ser maturado por no mínimo 2 anos em barris de carvalho antes de pode ser chamado oficialmente de whiskey. Bobagem! Mito! A exigência da idade mínima de 2 anos se aplica apenas aos whiskies chamados “straight”. Portanto, viu no rótulo de um whiskey americano a expressão “straight”, pode ter certeza que a bebida foi envelhecida por no mínimo 2 anos em barris de carvalho.
O Jack Daniel’s, Tennessee whiskey, também não precisa ser envelhecido em barris. Fato comprovado pelo novo lançamento da destilaria: Jack Daniel´s Rye Whiskey Unaged. Um whiskey destilado a partir do mosto fermentado produzido de uma receita contendo 70% de centeio, 18% de milho e 12% de cevada maltada, que não viu a cor dos barris de carvalho.
Por enquanto, o novo lançamento será comercializado apenas no mercado americano. Uma pena já que muitos por aqui pensam que whisky sem envelhecimento não existe ou não merece consideração por se tratar de uma bebida não palatável. Não é o caso! O destilado original do whisk(e)y já contém muitos aromas e sabores interessantes aos paladares mais exigentes.
Por Alexandre Campos
Existem duas formas de se proteger contra os whiskies falsificados comercializados no Brasil:
i) exigir o selo de recolhimento de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) na tampa de suas garrafas. O lacre da Receita Federal confirma que a bebida foi importada corretamente já que a selagem ocorre junto ao produtor no exterior, garantindo, portanto, a procedência da bebida. E o selo não serve apenas para as bebidas importadas, mas para lacrar as nacionais também. Do contrário, você estará comprando uma bebida clandestina e de procedência duvidosa.
ii) verificar as informações em português do importador e distribuidor brasileiro na garrafa. Whiskies mais comuns são falsificados usando-se garrafas originais vazias e enchidas com bebidas mais baratas, mas no Brasil essa ocorrência é menor entre os whiskies mais caros. O problema da adulteração de whiskies mais caros se dá entre nossos países vizinhos que fornecem os Single Malts e Blendeds premium piratas e adulterados ao mercado brasileiro.

Fábrica clandestina de falsificação de whisky em Santana do Livramento no Rio Grande do Sul. (Fonte: Polícia Federal)
Testes como sacudir a garrafa para checar as bolhas, ou tocar a garrafa com caneta para se verificar o som produzido, não têm embasamento algum para atestar a autenticidade de um whisky, ou qualquer outro destilado. Não passam, portanto, de folcore e lendas urbanas.
Faremos em breve um post detalhando o que se esperar em uma garrafa original de whisky.
Lembre-se, exija sempre em suas garrafas o selo do IPI e as informações em português do importador e distribuidor brasileiro! E denuncie a Receita Federal caso seja enganado e receba um whisky sem essas informações!
Publicado em Curiosidades & Educação, Notícias
Com a tag falsificação de whisky, whisky falsificado
24 comentários
Caros amigos,
Gostaríamos de comunicar que o site de nossa Loja Online já está atualizado e funcionando normalmente.
Atenciosamente,
Equipe – Single Malt Brasil
Publicado em Notícias
Deixar um comentário
Caros amigos,
Gostaríamos de comunicar que o site de nossa Loja Online está passando por manutenção.
Atenciosamente,
Equipe – Single Malt Brasil
Publicado em Notícias
Deixar um comentário
Por Alexandre Campos
Notas de degustação já são algo bastante difundido na indústria de bebidas. Especialistas, sommeliers de vinho, connaisseurs de destilados, apaixonados por whisky, blogueiros e curiosos parecem afoitos para darem suas opiniões sobre o que andam bebendo.
Nada contra as notas de degustação. Na verdade fazemos uso delas e muitas são excelentes referências para sabermos de antemão o que esperar de uma bebida. Principalmente quando tais notas são elaboradas com certo rigor metodológico por profissionais experientes.
Uma coisa porém tem que ficar clara. Identificação de aromas, sabores e complexidade em uma bebida é algo muito particular. E suscetível, obviamente, a gostos pessoais. E como diz o ditado popular: “gosto não se discute”. Dessa forma, o que é bom para o Jim Murray, autor do Whisky Bible, pode não ser bom para mim, e vice-versa.
A questão fica ainda mais controversa quando notas numéricas são atribuídas as notas de degustação. Quem gosta de whiskies enfumaçados, por exemplo, sempre atribuirá notas maiores aos single malts de Islay em comparação com os de Speyside. E fica a pergunta, um é realmente superior ao outro?
E por falar em notas de degustação e avaliação de bebidas, saiu a premiação dos whiskies da publicação Whisky Bible 2013. Os dois primeiros lugares ficaram com dois whiskies da destilaria americana Buffalo Trace: Thomas Handy Sazerac e William Larue Weller, respectivamente. Já o terceiro lugar foi para o Ballantine’s 17, eleito, portanto, o melhor Scotch de 2013.
Apesar das controvérsias em relação as notas de degustação, o Whisky Bible ainda é uma excelente fonte de informação em relação aos whiskies disponíveis no mercado. Boa leitura!
Por Alexandre Campos
Não se entusiasme tanto, pois o mais novo blended da Chivas está disponível apenas nas lojas duty-free dos principais aeroportos do mundo. Se você não vai viajar tão cedo, ou não tem nenhum amigo indo para o exterior, é melhor se contentar com a versão normal do Chivas Regal 12 anos, que é muito boa por sinal.

Novo Chivas Regal 12 anos, disponível apenas em lojas duty-free
Em 2007 a Chivas lançou o Chivas Regal 25 anos — um dos melhores blendeds que já provei. Portanto, após 5 anos sem colocar nenhuma novidade no mercado, a marca nos brindou no último dia 1 de outubro com seu novo blended 12 anos contendo uma proporção maior dos principais maltes do grupo Chivas: Strathisla e Longmorn. Ainda me lembro quando abri uma garrafa de Longmorn 15 anos que comprei em um leilão na Escócia há 3 anos. A perfeição na garrafa. Não é para menos que essa edição virou uma raridade no mercado depois de ser substituída pelo Longmorn 16 anos — outro grande malte também!
Ainda não tive a oportunidade de provar o novo Chivas Regal 12 anos, mas segundo a empresa, ele é mais suave e com uma coloração mais âmbar escuro (provavelmente dos barris ex-Jerez da Strathisla e Longmorn) que a versão normal do 12 anos.
Tudo que a Chivas Brothers faz é com qualidade e dedicação. Por isso já estou ansioso para colocar as mãos nessa nova garrafa.
A imaginação humana não tem limites. E quando ela é associada a mulheres bonitas e sexo o contexto fica melhor para alguns, e questionável para outros.
O que você estava esperando de novidades em matéria de whisky? Envelhecimento em barris de vinho Château Pétrus? Um blended composto de whiskies americanos, escoceses e japoneses? Whisky envelhecido em dornas de amburana e jequitibá?
Nada disso. A novidade vem agora da empresa alemã G-Spirits que está lançando no mercado um single malt escocês cask strength envelhecido por 12 anos em ex-barris de vinho Jerez.
Até aí tudo bem. Qual a novidade então?
Cada gota do single malt escocês da G-Spirits é delicadamente derramado nos seios da modelo húngara Alexa Varga, Playmate 2012, de forma a depurar seu sabor.
Serão 5,000 garrafas de 500ml ao todo combinando os sabores e aromas dos seios de Alexa com os barris de vinho Jerez. A embalagem vem ainda com uma foto e um certificado de autenticidade autografado pela modelo.
A empresa está lançando ainda uma vodka e um rum com a mesma temática passando pelos seios das modelos Amina Malakona e Evelin Aubert — esses alemães não são bobos. Cada garrafa dos destilados custa entre R$ 300 e R$ 370 ao câmbio de hoje.
E não se iludam que existe público para essas bizarrices.
Por Gustavo Angelucci Nogueira
O Dr. Martin Tangney, professor da Universidade de Napier, disse que a indústria do whisky de malte escocês é “um recurso maduro” para o desenvolvimento de biobutanol, um biocombustível de nova geração que se estima gerar até 30% mais de energia que o etanol brasileiro (forte concorrência para o nosso álcool).
Uma nova empresa já foi até formada para comercializar a produção de biocombustíveis feitos a partir dos subprodutos do whisky.
A Celtic Renewables Ltd foi inaugurada oficialmente no Campus de Sighthill Napier pelo Ministro de Energia britânico Fergus Ewing, que declarou: ”… utilizar os subprodutos de nossa indústria do whisky como matéria-prima para um biocombustível sustentável que será usado para abastecer os carros de nossas famílias é o exemplo de pensamento inovador que a Escócia precisa…”.

Dr. Martin Tangney
Doug Ward, fundador da produtora de biocombustível Argent Energia, foi nomeado como presidente da start-up, o que tem garantido o investimento privado de Donald Houston, co-proprietário da Destilaria Adelphi.
O processo de produção do butanol tem um “enorme potencial global” já que pode ser adaptado a outros subprodutos biológicos. E a Celtic Renewables está trabalhando agora com a Scottish Enterprise para a produção do biocombustível em escala industrial.
O Biobutanol é fabricado a partir de dois principais subprodutos da produção de whisky — pot ale, que é o resíduo líquido do mosto fermentado, e de borras deixadas em alambiques de cobre. E cada ano a indústria produz 1.600 milhões de litros de pot ale e 500.000 toneladas de borras.
Em contraste com o etanol, o butanol pode ser utilizado em motores a gasolina sem nenhuma modificação e também misturado ao diesel ou biodiesel.
Há um tempo atrás Oz Clarke and James May, apresentadores da TV britânica, colocaram um carro para rodar com o Bruichladdich X4 (4 vezes destilado e 92% ABV). Confira no vídeo.
Gustavo Angelucci Nogueira
Sócio Proprietário da Tech9 — Inovações Tecnológicas e da Bio-TI — Sistemas e automações, empresas voltadas para o agronegócio e usinas de bioenergia.
Iniciou sua paixão pelo whisky em 2003 e de lá para cá vem colecionando histórias e sabores. Assina o Site/Blog Whisky Magazine Brasil (www.whiskymagazine.com.br)
Não é fácil tirar Richard Paterson da Escócia. Tem que ser por uma boa causa. E o crescimento do mercado de whisky no Brasil nos últimos anos é sem dúvida um bom motivo para o Master Blender da Whyte & Mackay voar da gelada Inverness, nas highlands escocesas, para os nossos trópicos.
Ele desembarca no Brasil para lançar o Dalmore King Alexander III, o single malt mais importante e de maior prestígio do “core range” da Dalmore. A primeira parada é no Rio de Janeiro para um evento exclusivo no dia 10 de Setembro, depois São Paulo no dia 11 e finalmente Recife no dia 12.
Considerado o mais extraordinário e premiado master blender de todos os tempos, Richard Paterson, também é conhecido como “The Nose”, pois seu nariz foi segurado em US$ 2,6 milhões (R$ 5,2 milhões) pela Lloyd´s está na profissão há mais de 40 anos. Boa parte desses anos passados no grupo Whyte & Mackay, que inclui os single malts Dalmore e Jura e o blended whisky Whyte & Mackay.
O Dalmore King Alexander III é uma das obras primas de Richard e envelhece em 6 barris diferentes: de vinhos Cabernet Sauvignon, Jerez Oloroso, Marsala, Madeira, Porto; e de whisky Bourbon. Richard seleciona cuidadosamente os barris e avalia pessoalmente a evolução do processo de maturação desse aclamado single malt.
Com vocês, a lenda do King Alexander III.
Publicado em Notas de Degustação / Vídeos, Notícias
Com a tag Dalmore, Dalmore King Alexander III, Jura, Richard Paterson, Whyte & Mackay
2 comentários
Os novos lançamentos de whiskies não param de chegar. A Diageo anunciou recentemente os novos single malts da sua série Diageo Special Releases 20102 e o seu mais novo blended ultra-premium, Johnnie Walker Odyssey.
O novo membro da família Johnnie Walker foi criado por Jim Beveridge, master blender da marca. E o lançamento, agendado para 1º de setembro, marcará os 80 anos de invenção de uma garrafa de whisky por Alexander Walker idealizada para girar e rolar, ao invés de virar, quando transportada em navios ou veleiros.
Os três single malts que compõem o Odyssey foram cuidadosamente selecionados por Jim Beveridge. O master blender percorreu várias destilarias na Escócia até encontrar os aromas e sabores perfeitos e a altura de sua mais nova criação.
O Odyssey será comercializado inicialmente na Ásia, mercado teste para a maioria dos novos whiskies, com indicação de preço de USD 950. Nós estamos, aqui do outro lado do mundo, aguardando ansiosamente pela chegada desse nobre membro da estimada família Johnnie Walker ao Brasil.