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Arquivo da categoria: Notícias
A Chivas Brothers acabou de lançar a nova embalagem do single malt Strathisla 12 anos.
O nome Chivas é familiar aos brasileiros. E é isso mesmo que você, leitor, deve estar pensando. Strathisla é uma destilaria do grupo Chivas Brothers, e seu single malt 12 anos um dos principais maltes por trás da mistura do Chivas Regal 12. Além disso, a Strathisla, uma das mais bonitas destilarias na Escócia, é ainda, desde 1950, o “lar espiritual” do blended Chivas Regal.
A paisagem que cerca a destilaria é bucólica e romântica, e a atmosfera de requinte e tradição está por todos os cantos da Strathisla, que pertence atualmente ao grupo Pernod Ricard.
Fundada em 1786 originalmente com o nome de Milltown, a destilaria passou a se chamar Strathisla por volta de 1870. Boa parte das instalações e prédios são ainda do tempo de sua fundação.
Uma pena o single malt Strathisla ainda não estar disponível no Brasil. Quem sabe ele não entra em nosso mercado aproveitando a onda do crescimento do consumo de whisky por aqui. Por enquanto, temos é que nos contentar com os blendeds da Chivas, que são excepcionais, por sinal.
Publicado em Destilarias & Viagens, Notícias
Com a tag Chivas Regal, Strathisla
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As mulheres e a economia estável fazem o consumo de uísque premium crescer mais de 70% no País. A mistura de ingredientes cria um novo jeito de degustar a bebida
Por Fabiano Mazzei, IstoÉ Dinheiro
http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/124838_REVOLUCAO+ON+THE+ROCKS
Se o uísque for, realmente, o melhor amigo do homem, uma espécie de cachorro engarrafado, como dizia o poetinha Vinicius de Moraes, os brasileiros estão cada vez mais chamando o precioso líquido escocês de totó. Só nos últimos quatro anos (2008-2012), o consumo de rótulos vindos da Escócia cresceu 72% por aqui, segundo a Scotch Whisky Association. São bebidas sofisticadas, com mais anos de vida em barris de carvalho — pelo menos 12 — e, por consequência, mais caras. O novo amigo dos bebedores brasileiros, portanto, é um produto de procedência garantida, com carimbo no passaporte e, de preferência, vestindo kilt. Beneficiado pela estabilidade econômica e, consequentemente, com mais dinheiro no bolso, o brasileiro passou a experimentar mais a bebida.

Elas aprovam: sommelier Alexandra Corvo (de branco) ensina as alunas Juliana Motter e Daniela Hispagnol a degustarem diferentes uísques. No Brasil, 14% dos apreciadores da bebida são mulheres
Com maior oferta de rótulos premium, o segmento de topo cresceu 11% em 2012 no Brasil. Muito, em um mercado que consome anualmente 24,5 milhões de litros da bebida e movimentou R$ 1,8 bilhão no ano passado. Segundo dados da consultoria Nielsen, as vendas de garrafas importadas cresceram 27% em 2012, contra uma diminuição de 5% entre os rótulos nacionais. A tradução disso é que o brasileiro está cada vez mais ligado nos maltes estrangeiros. Uma questão de status? “Mais do que isso. O uísque traz sofisticação à imagem porque mostra um paladar mais apurado de quem o toma”, diz Álvaro Garcia, diretor de marketing para scotch da Diageo Brasil. Para ele, a bebida, atemporal e que nunca sai de moda, vive um momento especialmente favorável no Brasil.

Benny Novak, chef do ICI Bistrô: "Usar o blend com frutas é uma opção mais suave aos iniciantes"
No conglomerado francês Pernod Ricard, dono do scotch Chivas Regal, os números também são positivos. De 2010 para cá, o mercado brasileiro representou 42% de todo o aumento de consumo do uísque deles no mundo. Há um outro fator, além do econômico, que tem feito a bebida ingressar na lista das mais pedidas no mercado nacional: o paladar feminino. Em 2012, 14% dos consumidores de uísque no Brasil eram mulheres, segundo a Nielsen. Quase o dobro da fatia do ano anterior. “Elas estão descobrindo o sabor mais leve desses blends e já não torcem o nariz na hora de beber”, afirma Eduardo Rotella, embaixador da Chivas Regal no Brasil. A sommelier Alexandra Corvo concorda.

Álvaro Garcia, diretor de marketing para scotch da Diageo Brasil: "Uísque é como o jeans: nunca sai de moda"
Dona da escola Ciclo das Vinhas, em São Paulo, ela dá aulas mensais de degustação de uísque há um ano e diz que a metade de seus alunos é composta por mulheres. “É um sucesso!”, diz Alexandra. “Elas saem da aula encantadas com os aromas e acabam com o velho preconceito que tinham com a bebida.” A criatividade dos bartenders também ajudou a apresentar a bebida a elas. Usar o uísque em coquetéis, misturando com frutas, água de coco e outros ingredientes, tornou os maltes escoceses mais populares para a turma que usa ruge e batom. Essa constatação levou o chef Benny Novak, do restaurante paulistano ICI Bistrô, a criar um menu dedicado especialmente aos drinques que combinam o uísque com cubos de gelo flavorizados.

Eduardo Rotella, embaixador de Chivas Regal no Brasil: "Mais marcas e preço menor fizeram o brasileiro ficar mais curioso em provar a bebida"
“A ideia surgiu da minha percepção do interesse dos mais jovens e das mulheres também”, afirma Novak. No cardápio, criado a quatro mãos com o mixologista Márcio Silva, existem opções como o gelo feito com especiarias, com açaí ou com maracujá. Como se poderia prever, os puristas condenam esses voos criativos. “Acho um sacrilégio. Ainda mais quando você conhece a origem e o trabalho que dá para se chegar àquele sabor”, diz Rotella, que promove jantares harmonizados com uísque em restaurantes estrelados de São Paulo, como o Fasano, o Piselli e o Parigi. Nessas ocasiões, são os sabores dos pratos que se misturam indiretamente aos blends, como se faz com vinhos. Novak defende a inventividade presente nos seus drinques. “É uma maneira de fazer com que o iniciante se torne um verdadeiro bebedor de uísque”, afirma.
Publicado no site da Exame
http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/noticias/mostra-une-humor-de-caruso-direto-no-uisque
Cartuns de Paulo Caruso feitos em garrafas rendem a exposição “Confesso Que Bebi”
Quem disse que whisky não é arte? Está aí o cartunista Paulo Caruso para comprovar que bebida – principalmente a escocesa – é. É que do costume de manter a roda de conversa com os amigos no bar Tiro Liro, na Pompéia, zona oeste paulistana, acaba de nascer uma exposição com 40 garrafas do destilado (vazias, claro) com charges e piadas nos rótulos.
Segundo Caruso, a ideia nasceu sem nenhuma pretensão. “Cada garrafa que eu abria, anotava meu nome e a data. Logo passei a rabiscar piadinhas alusivas às datas. A partir de certo momento a coisa se tornou mais um desafio de criatividade, e as piadas e as garrafas foram se sucedendo”, explica Caruso.
“Confesso Que Bebi”, o singelo nome da exposição que abre as portas ao público na próxima quarta-feira (22), é uma brincadeira de Caruso, que une um poema do chileno Pablo Neruda ao humor do amigo – e também cartunista – Jaguar: ”Talvez não tenha bebido eu mesmo, talvez tenha bebido a bebida dos outros; Do que deixei desenhado nestas garrafas se desprenderão sempre – como nos tonéis de puro malte e lúpulo – as cevadas que vão morrer e reviverão na parte dos anjos do whisky sagrado; Minha bebida é uma bebida feita de todas as bebidas: as bebidas do poeta”.
O Que: Confesso que Bebi, de Paulo Caruso
Onde: Tiro Liro Bar. Rua Cotoxó, 1185, Pompéia. São Paulo – SP
Quando: Horário: de segunda a sexta, das 16h à 1h, e sábado, das 11h30 às 18h. Até 22/07
Quanto: Grátis
Publicado em Notícias
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Slàinte!
Single Malt Brasil.
A marca Jack Daniel’s resolveu inovar mais uma vez no desenvolvimento de seus produtos. Após a empresa de chocolates suíços Goldkenn ter se inspirado no famoso whiskey americano para criar um doce cujo recheio líquido era feito com a bebida, a Jack Daniel’s apresentou seu próprio produto aos fãs: o café com sabor de whiskey.
O Jack Daniel’s Gourmet Coffee ainda não está disponível no Brasil, mas já se encontra à venda no exterior. A bebida tem, obviamente, traços de whiskey e acompanha uma caneca da marca.
Mixologista terá a chance de representar a empresa em festas pelo país
A Grey Goose , marca francesa de vodcas, está à procura de um novo embaixador no Brasil. O mixologista escolhido terá a oportunidade de participar de festas por todo o país, criar drinques exclusivos, além de viajar para a sede da empresa em Cognac, na França.
Roberta Farina, gerente da marca, comentou a seleção: “Estamos com uma grande expectativa para escolhermos o novo embaixador GREY GOOSE. É uma grande oportunidade para os mixologistas que desejam ampliar seus conhecimentos e vivenciar novos desafios. O escolhido receberá diversos treinamentos e um deles será na França. Estamos oferecendo uma chance para que um mixologista consiga o projeto dos sonhos!”.
Os interessados devem enviar um e-mail contendo o currículo, um vídeo (em inglês) contando contando porque deseja ser o embaixador Grey Goose. No vídeo, o candidato também deve fazer um drinque provando suas habilidades. Os emails devem ser enviados para embaixadorgreygoose@bacardi.com. As inscrições serão abertas no dia 6 de maio, e os resultados serão divulgados na página da Grey Goose no Facebook.
Em maio, a Campari do Brasil anunciará dois novos produtos que farão parte do seu portfólio premium no país: o Bourbon Whiskey americano Wild Turkey e a Tequila mexicana Espolòn.
A destilaria que produz o Bourbon foi fundada em 1869, mas a marca Wild Turkey só foi propriamente concebida em 1940, quando Thomas McCarthy, presidente do grupo Austin Nichols, sediado em New York e na época dono da destilaria, separou uma quantidade de whiskey, a pedido de seus amigos do clube de bridge, para acompanhar uma caça ao peru (turkey). Ele escolheu algumas garrafas e decorou-as com rótulos mostrando perus selvagens.
O Wild Turkey é feito à base de milho (como mando a regra para whiskies Bourbon), não contém corante e é envelhecido em barris de carvalho virgem, o que proporciona um sabor mais marcante e encorpado. Jim Murray, especialista em whiskey e autor do “Whisky Bible”, considera a versão Wild Turkey Rare Breed um dos melhores Bourbons já produzidos.
A Tequila Espolòn é sucesso há 20 anos no mercado internacional e chega ao Brasil nas versões Blanco e Reposado, esta última, envelhecida em barris de carvalho. A bebida é fabricada em uma das mais renomadas destilarias do México, a San Nicolas.
Publicado em Notícias
Com a tag Bourbon, Espolòn, Tequila, Whiskey, Wild Turkey
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A demanda por whisky segue crescendo no mundo inteiro, principalmente nas chamadas economias emergentes de países com grandes mercados domésticos como China, Brasil, Índia e Rússia. E isto tem sido uma dor de cabeça, ainda que boa, para os produtores de whisky.
As pessoas com um mínimo conhecimento de economia sabem que normalmente a oferta não consegue acompanhar uma alta repentina de demanda dado que a capacidade instalada da indústria, por exemplo, não se expande da noite para o dia.
Ampliar a oferta, portanto, é um processo que demanda investimentos que maturam, em sua grande maioria, no médio e longo prazo. A situação é ainda mais complicada no que se refere a indústria do whisky, já que a bebida que está sendo envelhecida hoje em barris de carvalho levará anos para ser engarrafada e chegar aos consumidores ávidos por whisky.
Os produtores de whisky estão tentando se adaptar a essa nova realidade. Alguns subiram preços, em que pese a insatisfação dos consumidores, outros estão retirando as idades de envelhecimento dos rótulos das garrafas e ficando livres, em termos de legislação, para engarrafarem whiskies mais jovens misturados a whiskies mais velhos encurtando, dessa forma, o ciclo de produção e distribuição da bebida.
A novidade, entretanto, ficou por conta da Maker’s Mark que resolveu no mês passado reduzir de 45% para 42% o volume de álcool do seu tradicional Bourbon. É isso mesmo que estão pensando! Diluir o whisky com água para aumentar a oferta da bebida reduzindo ao mesmo tempo o seu teor alcoólico — a mesma tática que usamos de colocar água no feijão para acomodar convidados inesperados para a feijoada.
A chiadeira dos fiéis consumidores de Maker’s Mark foi geral. Fãs da destilaria questionaram a empresa, principalmente por meio de suas mídias socias, sobre a redução no teor alcoólico anunciada. O burburinho e a insatisfação foi tanta que a destilaria resolveu voltar atrás. Em uma mensagem no Twitter, a empresa disse a seus seguidores: “Você falou. Nós ouvimos.”
Que bom que a Maker’s Mark não vai mais “botar água no feijão”. Resta saber se as outras destilarias tentarão a mesma tática para satisfazer a demanda. Até lá só nos resta esperar ao som do clássico “Feijoada Completa” de Chico Buarque.
O brasileiro está tomando mais suco pronto, bebendo mais uísque importado e tingindo mais os cabelos. Por outro lado, o consumidor está comprando menos inseticida, sabão em barra e açúcar. É o que aponta pesquisa divulgada nesta quinta-feira (7) pela Associação Paulista de Supermercados (Apas).
O levantamento feito pelo Instituto Nielsen identificou os produtos cujas vendas mais cresceram e caíram em termos de volume no ano de 2012 nos supermercados do país no acumulado até o mês de outubro.
No ranking dos 10 produtos de crescimentos, os destaques foram os sucos de frutas prontos para consumo, com alta de 13,5%, uísque (10,4%), tintura e rejuvenescedor para cabelos (10,1%), água mineral (7,5%) e shampoo (5,8%).
No Top 10 de quedas, os destaques foram inseticida (-10,8%), sabão em barra (-9,1%), açúcar (-6,7%), farinha de trigo (-6,5%) e alimentos para cães (-6,0%).
De acordo com o economista Rodrigo Mariano, gerente do departamento de pesquisa da Apas, a pesquisa aponta para um comportamento de qualificação do consumo. “Dentro destas categorias observamos também uma qualificação do produto. Está se vendendo mais suco e não é o suco de saquinho. É o suco pronto, na caixinha”, explica.
“A classe C também passou a consumir mais água mineral e uísque, e do importando. E esse comportamento está ligado à questão da indulgência, ao ‘eu posso’ consumir e ao ‘eu mereço’ uma tintura ou rejuvenescedor para o cabelo, um chocolate para o fim do dia ou um uísque para o fim de semana”, diz Mariano.
Alta de 6% nas vendas em 2012
Pelas projeções da Apas, as vendas dos supermercados paulistas devem fechar o ano com crescimento de 6% na comparação anual. Em 2011, o setor faturou R$ 68 bilhões, o equivalente a 30% de todas as vendas dos supermercados do país.
Para 2013, a projeção é de crescimento de 5%. A entidade espera, ainda, que o faturamento no Estado atinja a marca de R$ 74 bilhões.
Entre janeiro e outubro, as vendas dos supermercados paulistas cresceram 3,19% sobre o mesmo período de 2011, considerando todas as lojas. No quesito mesmas lojas, o avanço foi de 5,89%.
Fonte: G1
E não param de chegar lançamentos de whiskies em nosso mercado. Eles vêm da Escócia, EUA e até Japão.
A novidade agora é o Haig Supreme, blended whisky lançado este mês no mercado brasileiro pela gigante Diageo, dona da marca John Haig.
A história da família Haig remonta a 1627 quando uma fazenda abrigando uma pequena destilaria na vila de Throsk, cerca de Stirling, é estabelecida. Mas os primeiros registros históricos de produção de whisky ligados a família só aparecem em 1655 quando Robert Haig tem que se explicar as autoridades escocesas porque operava, contra a tradição da época, seus destiladores aos sábados (dia de descanso).
Em 1751, John Haig, trineto de Robert Haig, expande os negócios comprando várias destilarias nas vilas de Kilbagie e Kennetpans. Dessa forma, a família Haig pode ser considerada e receber o título de pioneira na fabricação de whisky.
O Haig Gold, outro blended da marca, por exemplo, foi lançado no mercado ao redor de 1824 — baita tradição! Além do Haig, a John Haig produz ainda o famoso blended Dimple.
O Haig Supreme é uma combinação de mais de 20 diferentes tipos de whiskies. E ganhou o Double Gold Medal no San Francisco World Spirits Competition, concurso de destilados nos Estados Unidos. Que bom que estamos entrando na rota das grandes marcas de bebidas do mundo!